Alerta VERMELHO aos estudantes do Ensino Médio (Parte IV)

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Retomando nossa discussão sobre o marxismo, essa semana li uma notícia que muito meu entristeceu, pais comendo seus próprios filhos na Coréia do norte. Motivo? Fome, mas será que somente isso?

A Coréia do Norte vive uma ditadura autointitulada “comunista” – a forma mais plena do pensamento de Marx – a quem negue que a Coréia do Norte seja comunista, porém os dados e levantamentos apontam para isso, é importante observarmos o mundo que nos rodeia e suas transformações.

O que leva um pai e uma mãe comerem o próprio filho? A fome pode contribuir com isso, mas a falta de amor ao próximo é algo gritante – e nesse caso, próximo é muito próximo – é esse estado que o comunismo tenta criar, um estado onde o amor ao próximo e os laços familiares são dissolvidos, o sobreviver fala mais alto que os sentimentos, os padrões morais deixam de existir.

Qual a natureza dessa desvalorização da ética e da moral?

Primeiramente dentro de uma sociedade marxista como já conversamos em outro momento, a uma desvalorização da família e dos valores judaico-cristãos, sobre o pretexto de evolução, de uma mente aberta, porém quando queremos ser “moderninhos”, muitas vezes quebramos paradigmas morais e éticos que norteiam uma sociedade de bem estar social.

Isso começa no colégio, com o bombardeio de ideias que desconstrói os valores judaico-cristãos que recebemos no seio familiar, e uma mídia tendenciosa que fomenta valores invertidos, dessa pós-modernidade que coloca a família como instituição falida, e sugerem o surgimento de novos núcleos sociais, desprendidos desses valores familiares que a milênios norteiam a sociedade e fornecem a ela rumos seguros.

Outro aspecto que desejo abordar é o econômico, o comunismo que se propõe a ser a sociedade dos iguais, cumpre plenamente seu papel, mas em todos os lugares que ele atinge seu objetivo todos são iguais, igualmente pobres, com um governo opressor que praticamente escraviza seus cidadãos sobre o pretexto de igualdade, e bem estar comum. Mas não é isso que vemos, estamos vendo fome, miséria e valores invertidos.

É isso que queremos? Isso é modernidade?

Sou idealista de mudanças e de modernidade, mas com a preservação de valores éticos e morais, norteados pela palavra de Deus. Não podemos frear a modernidade, mas podemos dar bons rumos a ela, a modernidade deve ser ferramenta de uma sociedade justa e integra, e a evolução não pode atropelar os valores, mas deve corroborar com eles.

Que nós possamos construir uma sociedade que evolui, mas que não abandona os valores que recebemos de nossos pais, avós e da própria bíblia, que é nossa fonte primaz de valores éticos e morais.

Por: Vinícius Corrêa;

Original: Alerta VERMELHO aos estudantes do Ensino Médio  (Parte IV); copyright © 2014 Jovens Fiéis; website: JovensFieis.com.br.

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